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Sorocaba, 25 de Novembro de 2020

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Sorocaba - Setor de serviços lidera abertura de empresas

Notícia publicada em 26/06/2012



De janeiro a maio de 2012, foram criadas 1.512 vagas de trabalho nesta área, segundo dados do Caged

Notícia publicada na edição de 26/06/2012 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 1 do caderno B - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.

Carolina Santana
carolina.santana@jcruzeiro.com.br

O setor de prestação de serviços lidera a abertura de empresas em Sorocaba. Durante os quatro primeiro meses de 2012, informa a Secretaria Municipal de Finanças (SEF), a prestação de serviços correspondeu a 56% do total de empresas abertas no município. Das 1.798 novas pessoas jurídicas que começaram na cidade, 1.013 são desse segmento. Com relação ao mesmo período do ano passado, informa a Secretaria, o desempenho corresponde a um aumento de 26,4%. Como consequência desse cenário, a prestação de serviço lidera também na criação de empregos formais na cidade. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mostram que no acumulado do ano (janeiro a maio) o setor criou 1.512 vagas de trabalho.

Delegado do Conselho Regional de Economia (Corecon) e professor da Universidade de Sorocaba (Uniso), o economista Sidney Benedito de Oliveira avalia que esse cenário é resultado de uma combinação de fatores, como a vinda da Toyota e suas sistemistas, o ingresso das classes menos favorecidas no mercado consumidor e as medidas do governo para aquecer a economia com redução tributária e facilidade de acesso ao crédito. O bom desempenho do segmento, porém, pode não se manter diante do atual desaquecimento econômico. Isso porque são vagas que, via de regra, não exigem um alto grau de qualificação por parte dos funcionários, com rotatividade considerável e com baixa resistência diante de um solavanco na economia.

Empregos indiretos

A expansão do setor industrial da região, fortalecida com a vinda de grandes empresas como a montadora Toyota e suas sistemistas, provoca a abertura de um número considerável de empregos indiretos. "É difícil mensurar quantas vagas indiretas são criadas por cada empreendimento mas é fato que são criados mais empregos indiretos do que diretos", afirmou Oliveira. Esses postos de trabalho indiretos, explica, em sua grande maioria são empresas de prestação de serviços que trabalham de forma terceirizadas dentro de indústrias e outros empreendimentos. A terceirização pode acontecer nas chamadas "atividades meio", ou seja, na parte de segurança, alimentação e limpeza das indústrias por exemplo.

A entrada das classes C, D e E no mercado consumidor, afirma o professor, é outro fator que leva ao aumento do aparecimento de empresas do setor de serviços. "Estão sendo vendidos mais carros, por exemplo. Isso fomenta um mercado de despachantes, mecânicos, corretores de seguro. Veja que são empresas de prestação de serviços", aponta Oliveira. Por último, o delegado do Corecon cita a especialização dos serviços e a concorrência de mercado que provoca a abertura de diversas empresas especializadas. "Outro ponto positivo desse cenário é que com mais gente empregada, há também mais dinheiro circulando e entra-se em um círculo virtuoso", afirma.

Um número maior de pessoas empregadas gera efeitos benéficos na economia: aumenta a circulação de dinheiro, o consumo e, consequentemente, traz melhoras para o mercado como um todo. Apesar disso, o delegado do Corecon faz algumas ressalvas com relação ao cenário atual no segmento de prestação de serviços.

Oliveira lembra que a economia brasileira vem sendo aquecida artificialmente com medidas governamentais desde a crise econômica de 2008. As ações do governo reduziram a cobrança do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de carros, automóveis e material de construção e mais recentemente facilitaram o acesso ao crédito. "A grande pergunta é até quando isso vai se manter. Como vimos, o aquecimento interno está sendo induzido e o mercado externo não vai bem", argumentou.

Outros segmentos

Com 564 novas lojas abertas, o comércio aparece em segundo lugar no ranking de abertura de empresas. Com relação ao mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 20%. A indústria aparece em terceiro lugar, com 59 novas instalações. O setor industrial é tido como criador dos chamados empregos multiplicadores, ou seja, que geram outras oportunidades, aquecendo assim a economia. Oliveira lembra que o setor produtivo puxa outros segmentos econômicos. Assim, com um número maior de trabalhadores empregados pela indústria, são criadas mais vagas tanto no comércio como na prestação de serviços. Dessa forma, a criação de empregos na indústria tem grande importância para manter o aquecimento econômico do País.


Fonte: http://www.cruzeirodosul.inf.br/acessarmateria.jsf?id=397729


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