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Sorocaba, 25 de Outubro de 2021

NOTÍCIAS


Sorocaba - Relógio da Catedral está parado há uma semana

Notícia publicada em 16/05/2012



Contrato de manutenção está vencido e não há previsão de reparo

Notícia publicada na edição de 16/05/2012 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 5 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.

André Moraes
andre.moraes@jcruzeiro.com.br

Quem costumava depender do grande relógio instalado na torre da Catedral Metropolitana de Sorocaba para conferir a hora certa, há mais de uma semana isso se tornou algo impossível. O equipamento encontra-se parado e os munícipes que caminham pelo Centro estão sem essa referência de horário, tendo que recorrer somente aos seus próprios relógios. De acordo com o relojoeiro responsável pela manutenção do equipamento, Valdinei Âmbar, 39 anos, isso ocorreu, pois seu contrato com a Prefeitura para a realização do serviço venceu em março e não foi renovado. Com isso, o relógio apresentou falha e ele não pode realizar nenhum reparo. Já o padre Tadeu Rocha Moraes, que é pároco da Catedral, limitou-se a dizer que o relógio encontra-se parado, pois uma peça de seu sistema de funcionamento se quebrou.

Desde o dia 6 de maio, todos os que olham para o relógio da Catedral percebem que os ponteiros estão parados no mesmo horário: 1h36. A aposentada Maria Luiza Ferraz Pires, 62, percebeu isso há algum tempo e teve de se acostumar a não recorrer à torre da catedral para saber as horas. "Quando eu chegava no Centro, a primeira coisa que fazia era olhar para o relógio, para ver que horas eram. Mas agora não dá mais", relata. Sua filha, a técnica de enfermagem Gislene Cristina Pires Cocciolito, 37, trabalhou na região central há alguns anos e diz que o grande relógio instalado na torre da catedral, na praça Coronel Fernando Prestes, era uma referência para ela não se perder nas horas. "Ele me ajudava a ficar mais atenta, mas agora tenho que ver no celular mesmo", afirma.

Os ponteiros parados durante esses dias também foram notados pelo aposentado Milton Real, 71. Diferentemente de Maria e Gislene, ele diz que nunca dependeu do relógio da Catedral para ver que horas eram, pois, segundo ele, mesmo que o equipamento estivesse em funcionamento, o horário sempre estava atrasado. "Estava sempre uns 10 ou 15 minutos em atraso", relata. Thiago Cazzo, 24, também não recorria ao grande relógio do Centro para se situar nas horas, pois afirma ver o equipamento somente como uma simbologia da Catedral. "Por causa de toda a modernidade existente, nunca procurei saber que horas eram por aquele relógio."

Sem contrato

Conforme informações do relojoeiro, a Prefeitura não renovou seu contrato vencido em março, por isso ele ficou impossibilitado de realizar quaisquer manutenções no relógio. Ele informa que a administração municipal pediu-lhe, na manhã de ontem, que enviasse uma nova proposta, para dar continuidade aos serviços prestados e arrumar o relógio da Catedral. "Eu ainda não sei o que fez ele parar, mas, assim que um novo contrato for firmado, eu irei identificar o problema e consertá-lo", relata Âmbar, que faz a manutenção dos relógios da Catedral e do Mercado Municipal há seis anos. De acordo com ele, o sistema do equipamento da Catedral é elétrico, portanto quaisquer variações na energia elétrica podem causar uma pane no relógio.

O padre Tadeu também foi procurado pela reportagem, porém não citou a inexistência de um contrato com o relojoeiro e somente citou que uma peça, que é feita artesanalmente, apresentou falhas, portanto depende do serviço de Âmbar para consertá-la. "Acredito que nos próximos dias ele voltará a funcionar", diz.

Desde 1912

O relógio encontrado atualmente na torre da Catedral Metropolitana de Sorocaba foi instalado em 1912, quando a fachada da igreja passou por uma reforma, finalizada em 1947. Naquela ocasião foram colocados, também, novos sinos na torre da igreja. Antes deste relógio, a Catedral contava com outro equipamento, que foi transferido para a torre da igreja São Carlos Borromeu, do Seminário Diocesano, no ano em que a reforma foi iniciada. Este outro relógio veio do Rio de Janeiro e foi inaugurado em 1841.


Fonte: http://www.cruzeirodosul.inf.br/acessarmateria.jsf?id=387533


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