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Sorocaba, 21 de Maio de 2019

NOTÍCIAS



Sorocaba - Ignorar passarelas oferece risco constante na Raposo

Notícia publicada em 10/08/2011



Notícia publicada na edição de 10/08/2011 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 8 do caderno A

André Moraes
andre.moraes@jcruzeiro.com.br

Uma prática perigosa e que já ceifou muitas vidas na rodovia Raposo Tavares, algumas delas nos primeiros meses deste ano: a travessia de pedestres pelas pistas da via, mesmo em locais que contam com passarelas e alambrados. Moradores vizinhos à rodovia já perderam a conta de quantas vezes viram alguém se arriscar em meios aos veículos trafegando em alta velocidade. Somente entre janeiro e julho deste ano foram registrados oito atropelamentos, alguns fatais, entre os quilômetros 95 e 105, que compreendem o trecho urbano cortado pela Raposo, segundo levantamento da concessionária Viaoeste. A reportagem do Cruzeiro do Sul, em apenas 40 minutos de observação na tarde de ontem, flagrou cinco jovens atravessando a rodovia sem a menor preocupação com a segurança.

A prática imprudente ficou ainda mais exposta à população com o atropelamento que vitimou Adão Reginaldo de Araújo Queiroz, 41 anos, na noite do último sábado, enquanto tentava atravessar a rodovia pelas pistas sentido capital-interior. O acidente fatal ocorreu no km 96 da rodovia, próximo à Vila Colorau. Segundo levantamento da Viaoeste, foram registrados oito atropelamentos entre janeiro e julho deste ano, contra sete acontecidos no mesmo período em 2010, no trecho urbano cortado pela Raposo Tavares. Em 2009, o número foi ainda menor, com cinco atropelamentos. Vale lembrar que nesse trecho existem quatro passarelas, localizadas nos bairros Jardim Novo Eldorado, duas entre os bairros Vila João Romão e Vila Sabiá e outra no Jardim Novo Mundo.

Moradores indignados

Com recordações do acidente ocorrido no último sábado ainda vivas em suas cabeças, os moradores da Vila Colorau se revoltam com as pessoas que insistem em atravessar a rodovia sem utilizar as passarelas. "A gente fica até gelado de ver o perigo que elas correm", afirma o proprietário de uma funilaria instalada em frente à Raposo Tavares, Valdir de Góes, de 53 anos. Em época de férias escolares, Góes revela que essa cena se repete ainda mais, quando crianças entram na rodovia para tentar pegar pipas que caíram do lado oposto ou até mesmo nas pistas.

Miguel Ezequiel, 53, que é dono de um bar, que também se encontra em frente à Raposo na Vila Colorau, diz que o perigo ficou ainda mais iminente com a instalação das vias marginais, pelo aumento no número de pistas para os pedestres atravessarem. Porém, ele alega que o maior problema encontra-se embaixo das passarelas das vilas João Romão e Sabiá. O proprietário da funilaria concorda com Ezequiel, dizendo que a cada dez minutos é possível ver alguém pulando a mureta, que conta ainda com um alambrado, somando mais de dois metros. Esse fato foi confirmado pela reportagem na tarde de ontem.

Durante 40 minutos, cinco pessoas saíram da Vila Sabiá, atravessaram as vias marginais e expressas e não apresentaram nenhuma dificuldade em pular o alambrado para chegar ao outro lado da rodovia. Isso tudo foi visto a cerca de 100 metros da passarela "Olga Dolores da Silva", instalada em frente àquele bairro. O flagrante feito pelo Cruzeiro do Sul é somente mais um entre muitos realizados pelos repórteres fotográficos no dia a dia. Somente neste ano, foram três as vezes em que essa travessia perigosa virou motivo de alerta da coluna "Cruzeiro de Olho", nos meses de fevereiro, março e julho.

Motorista em choque

O coordenador de operações financeiras, Vitor Batista, 27, tomou um susto no último domingo, um dia depois do acidente ocorrido no km 96 da Raposo Tavares. Ele, que é amigo do motorista que atropelou o homem naquele local, diz que quase atingiu três pessoas na rodovia. "Passando a ponte do Campolim, na subida do shopping Panorâmico, três meninos pularam bem na hora que passei. Era noite e eu só vi porque um estava de camiseta branca, é totalmente inesperado", conta.

Batista, que mora no Central Parque, estava voltando da Vila Haro, onde reside sua namorada, no momento do ocorrido. "Já repensei nesse caminho e agora vou por dentro da cidade", assegura. "As pessoas têm que ter a consciência do risco que estão sofrendo e impondo aos motoristas. Elas não têm noção de que atravessando por ali podem causar um acidente sério", completa.


Fonte: http://portal.cruzeirodosul.inf.br/acessarmateria.jsf?id=320667


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