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Sorocaba, 28 de Fevereiro de 2020

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Lâmpadas incandescentes dão adeus ao mercado

Notícia publicada em 23/06/2014



Lâmpadas incandescentes dão adeus ao mercado

As lâmpadas incandescentes acima de 60 watts só poderão ser fabricadas ou importadas até o final do mês e deixarão de ser vendidas no varejo até junho do ano que vem. O consumidor terá obrigatoriamente que substituir as que queimarem pelas fluorescentes, halógenas ou de led. A medida, tomada pelo governo federal, é para reduzir o consumo de energia no País.

Em média, uma lâmpada fluorescente gasta quatro vezes menos eletricidade e dura cerca de oito vezes mais que uma incandescente. Com isso, o brasileiro vai dando adeus ao modelo que acompanhou gerações, há mais de cem anos. Em Sorocaba, consumidores consultados pela reportagem disseram que preferem as fluorescentes pois gastam menos eletricidade (perceberam redução na conta quando trocaram todas da residência de uma vez) e iluminam melhor.

A Portaria Interministerial 1.007 dos Ministérios de Minas e Energia (MME), da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), publicada em 31 de dezembro de 2010, fixou índices mínimos de eficiência luminosa para fabricação, importação e comercialização das lâmpadas incandescentes de uso geral em território brasileiro. De acordo com a portaria, a conversão de energia elétrica em luz e calor tem valores diferentes conforme a tecnologia: lâmpadas incandescentes - 5% luz e 95% calor, fluorescentes compactas - 15% luz e 85% calor, e led - 30% luz e 70% calor.

As lâmpadas incandescentes de 60 w a 100 w deixaram de ser fabricadas e importadas em junho do ano passado e devem deixar de ser comercializadas no varejo também até o final deste mês. As com potência superior aos 100 w foram proibidas ainda antes, entre 2012 e 2013. Até junho do ano que vem serão permitidas a fabricação e importação das lâmpadas incandescentes de até 40 w, e a venda no varejo irá até junho de 2016.

A portaria do governo determinou um cronograma para o fim das incandescentes, que pouco mudaram (pelo menos na forma) desde que foi inventada por Thomas Edison, em 1879. O primeiro filamento usado era o de carvão, que depois passou a ligas metálicas chegando até o tungstênio. O objetivo foi fazer com que o consumidor brasileiro fosse substituindo gradativamente as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes e outras, que economizam mais energia.

Nos supermercados e lojas, as incandescentes têm preço até 80% menor que as fluorescentes, mas a troca compensa na hora de pagar a conta de eletricidade. O eletricista Henrique Benedito Sabino substituiu todas as incandescentes de sua casa há alguns anos e percebeu diferença no consumo de energia. "Apesar de ser mais cara para comprar, a economia compensa no final do mês", avalia. Sabino diz ainda que prefere a luz branca das lâmpadas fluorescentes, que ilumina e dá um conforto melhor, segundo ele.

O eletricista apoia a decisão do governo de retirar as incandescentes do mercado. "Só espero que com a maior produção industrial das fluorescentes o preço baixe", diz Sabino, que costuma aproveitar promoções. Ele encontrou lâmpadas fluorescentes por R$ 7,20 a unidade num supermercado e comprou várias, para deixar de reserva. Normalmente, as pessoas compram quando alguma queima e precisam substituí-la.

A copeira Maria Lúcia dos Reis Leite prefere a fluorescente, apesar de ser mais cara, também por causa da economia na conta de energia. Mas para ela, a fabricação das incandescentes não deveria ser proibida. Deveriam incentivar o uso das mais econômicas, mas deixar as incandescentes como opção, de acordo com Maria Lúcia. Para ela, a população já vai trocando as lâmpadas gradativamente. Em sua casa, a copeira ainda mantém incandescentes, mas que pretende trocá-las quando forem queimando, com o tempo.

A substituição de todas as lâmpadas da casa de uma só vez, por fluorescentes, representou uma economia de energia entre 15% e 20%, segundo o funcionário público Silvio Bernardino. Ele acredita que, além do menor consumo energético, as lâmpadas modernas tornam os ambientes mais claros do que as antigas.


Projeção


Estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) para os próximos dez anos prevê um aumento médio da demanda de energia em 4,3% ao ano no período. Indica também que a eficiência energética permitirá ao País uma economia de 6,3% no consumo na rede em 2023 - o equivalente a 53 terawatts-hora (TWh). Entre as iniciativas em eficiência energética, a EPE ressalta a proibição da comercialização de lâmpadas incandescentes e a expansão do uso de energia solar térmica em residências.

O estudo projeta ainda um aumento em torno de 6% para a autoprodução de energia, que é a geração de eletricidade pelo consumidor a partir de instalações próprias, nas unidades de consumo, e que não utiliza a rede de transmissão e distribuição das concessionárias.


Fonte: http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia/554239/lampadas-incandescentes-dao-adeus-ao-mercado


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