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Sorocaba, 28 de Junho de 2017

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Escola de Sorocaba utiliza a contação de histórias para trabalhar a imaginação e a criatividade dos alunos

Notícia publicada em 28/03/2017



Escola de Sorocaba utiliza a contação de histórias para trabalhar a imaginação e a criatividade dos alunos

A escola OSE (Organização Sorocabana de Ensino) COC, de Sorocaba/SP, implementou em sua grade curricular deste ano, um novo jeito de aguçar o interesse dos alunos do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental I pela leitura, já que é neste período que eles começam a se aventurar pelos contos trabalhando a criatividade e a imaginação. Mas na contramão dos livros intermináveis e das histórias difíceis de entender que geralmente rondam essas turmas está a professora Fabiana Alves que, em uma sala ampla, livre de cadeiras e com os alunos deitados em um tapete colorido, ensina uma maneira diferente e aconchegante de contar histórias.

Com uma experiência escolar de mais 20 anos e há três como especialista em contação de histórias, Fabiana deixa claro que, durante a narrativa, é a criança quem manda. “Quando eu conto as histórias, normalmente eu mudo a entonação das vozes dos personagens, utilizo instrumentos, roupas coloridas e acessórios que ajudam no imaginário do aluno. Porque, na verdade, é ele quem vai criar a história que eu estou contando, como são os personagens, o lugar onde eles estão e o que eles estão fazendo”.

O principal objetivo dos encontros é deixar a criança livre para ouvir, interpretar e concluir aquilo que ela quiser da história, fazendo com que esse trabalho faça parte da formação da personalidade de cada estudante. “Por exemplo, quando a história chega ao fim, eu nunca digo qual foi a moral dela, porque, na realidade, cada aluno vai recebê-la de uma maneira muito pessoal. E essa sensibilidade precisa ser respeitada, assim como a criatividade de cada um”. E completa. “Às vezes, a história não ensina nada, ela só quer divertir o aluno e mesmo assim ele tira uma lição dela”.

Por exemplo, a Ana Luíza Garcia, aluna do 2º ano do Fundamental I, adora as histórias contadas pela professora Fabiana e sempre imagina os personagens lincando a OSE COC, escola onde estuda. “A história que eu mais gostei até hoje foi a da ‘Dona Baratinha’ porque eu achei muito legal. Eu imaginei ela (‘Dona Baratinha’) na janela da casa dela, mas a janela era igual a daqui da escola, da nossa sala. A tia Fabi conta muito bem”.

A seleção de histórias é feita de forma aleatória, mas se por acaso a semana da aula anteceder alguma data comemorativa ou a escola estiver trabalhando algum tema específico com os alunos, a professora seleciona um conto que esteja dentro dessas opções. No entanto, a criação de histórias nunca foi feita por ela. “Não existe uma regra, mas procuro inserir dentro da história alguma data importante ou assunto que esteja sendo trabalhado. Mas o legal também é que o próprio contador se identifique com as histórias. Eu, por exemplo, já contei histórias que não contaria de novo. Por outro lado, gosto sempre de contar várias vezes a mesma. Enfim, também é uma questão de identificação, sentimento. Já a criação, não é comigo”, se diverte.

O estudante Miguel Max, também do 2º ano do Ensino Fundamental I, é um dos muitos alunos que sempre pedem para a professora contar só mais uma historinha. “Eu gosto muito, porque a gente cria toda a história na cabeça. Eu gosto tanto que sempre peço para ela contar outra”.

“Se eles pedem mais é porque eles estão gostando. E o objetivo é exatamente esse: gostar de ouvir histórias. Algo que, hoje em dia, está um pouco esquecido por conta da era da tecnologia, onde as crianças passam a maior parte do tempo em videogames, tabletes e smartphones. Então, a história acaba sendo algo novo, diferente. É como se ela saísse de dentro do livro e criasse vida. Quando eles participam, falam e fazem perguntas demonstram que estou no caminho certo”, orgulha-se Fabiana.

Para Luiz Felipe Fonseca, diretor de operações do colégio OSE COC, a escola precisou encontrar outras formas para que os alunos tomassem gosto pela leitura. “Por conta das novas tecnologias, a magia dos livros e das histórias estão sendo deixados de lado pela criançada, o que torna um desafio para a professora fazer com que elas criem o hábito da leitura. A contação de histórias é uma atividade fundamental e que transmite conhecimentos e valores; sua atuação é decisiva na formação e no desenvolvimento do processo de aprendizagem”, finaliza.  


Fonte: JF Assessoria de Imprensa


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