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Carlos Carvalho Cavalheiro - Aluísio de Almeida
Almeida, Aluísio de. – Pseudônimo literário do Monsenhor Luiz Castanho de Almeida. Nascido aos 06 de novembro de 1904 em Guareí / SP. Filho do Coronel Aníbal Castanho de Almeida e da Professora Ana Cândida Rolim. Iniciou os estudos primários em Gaureí, tendo-se mudado para Botucatu em 1916 para ingressar no Ginásio Diocesano.
Do ginásio passou para o Seminário Diocesano, desenvolvendo os cursos ginasial, de Filosofia e de Teologia (1918 a 1924). Foi ordenado padre em 08 de maio de 1927 pelo Bispo Dom Aguirre. No dia seguinte celebrou a sua primeira missa na Igreja Catedral de Nossa Senhora da Ponte de Sorocaba.
De maio de 1927 a janeiro de 1929 foi Secretário do Bispado, residindo junto ao Palácio Episcopal. Em 1929 foi nomeado pároco de Itararé. Em 1933, Dom Aguirre o nomeia coadjutor da Catedral de Sorocaba.
Em 1937, deixou a Paróquia do Bom Jesus por esclerose dos nervos, quando passou a celebrar missas em sua própria casa.
Como escritor, publicou seu primeiro artigo no jornal de Guareí em 1922. Colaborou com inúmeras publicações (jornais, revistas, livros...) escrevendo sobre folclore, costumes, história, biografias, religião entre outros.
Um de seus primeiros pseudônimos foi Arnobius.
Publicou dezenas de livros e deixou diversos trabalhos inéditos, alguns editados postumamente como “Quando eu era criança” (1988), “Cavalhadas em Sorocaba” (1990) e “Sorocaba – Três séculos de história” (2003).
Entre os livros publicados em vida merecem destaque: “A Revolução Liberal de 1842” (Ed. José Olympio – 1944); “50 Contos Populares de São Paulo” (Ed. Vozes – 1949), “História de Sorocaba” (IHGGS – 1969), “142 histórias brasileiras colhidas em São Paulo” (Rev. Arq. Municipal SP – 1951), “Vida e Morte do Tropeiro” (Martins Editora – 1971), “A Diocese de Sorocaba e seu primeiro Bispo” (Ed. Salesiana – 1974) e “Vida Quotidiana da Capitania de São Paulo” (Ed. Pannartz – 1975).
Nos últimos anos de vida, em decorrência do agravamento da doença, recebia auxílio de diversos historiadores que transcreviam seus originais a fim de serem publicados. Entre eles, Waldemar Iglésias Fernandes, Adolfo Frioli, Rogich Vieira entre outros.
Aluísio de Almeida faleceu no dia 28 de fevereiro de 1981.
 
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