


Por Sidarta da Silva Martins
Adicionada em 26/05/2011 - Visualizações 690

Sidarta da Silva Martins Formado em Comunicação Social pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). Mestre em administração de empresas pela Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP). Atualmente é professor titular do Curso de Gestão da Universidade Paulista (UNIP) em Jundiaí. Pesquisador vinculado à UNIMEP e ao Centro Cultural Europeu ? London School, em Itu/SP. Além de pesquisas na área de administração, atua áreas de Lingüística e de Desenvolvimento do Conhecimento Humano. Criou a Metodologia dos Sons, voltada para a facilitação do ensino de línguas estrangeiras. Trabalhou e estudou nos Estados Unidos e na Europa, onde iniciou as pesquisas para seu método. Há mais de vinte anos apresenta os resultados de seus trabalhos em palestras e seminários em congressos no Brasil e no exterior, contando com inúmeros artigos publicados em periódicos impressos e virtuais.
A Inezita é este tipo de estrela que nos enche a alma de luz, nos seduz.
Quando fala, nos fala ao coração, nos fala com bondade, nos fala com graça.
Quando canta nos espanta com a luz que vem de seu coração, com o brilho celestial que vem de sua alma.
Ao falar da música sertaneja, do folclore brasileiro, ao receber os cantores e compositores em seus programas noturno e matinal da Cultura, o faz com tanta bondade, com tanta humildade, que nos obriga também a sermos mais bondosos, mais compreensivos, mais humildes, e nos emociona, profundamente, por sua beleza.
Eu não saberia, por isso não tenho essa pretensão, expressar, em palavras, a beleza desta pessoa encantadora, deste exemplo de Ser Humano, deste exemplo de Mulher. Então limito-me, humildemente, a falar de meu jeito, porém com um sentimento de imenso respeito e amor por um trabalho tão digno, tão encantador.
Inezita, querida, fica aqui meu singelo agradecimento por tudo que tem feito pela Cultura, pela preservação da beleza, por nossa Educação, pela grandeza de nosso país e pela preservação da Obra Divina.
INEZITA BARROSO
Quatro de março de mil novecentos e vinte e cinco
Perde-se no céu uma estrela, desvia de sua rota universal
E vem cair, sabe onde? Bem no nosso quintal!
Como assim... se fosse, um presente de Natal
Em pleno Domingo de Carnaval.
- Com seu brilho nos encanta
Sua beleza nos atrai e sua graça nos conquista
De tal forma, de tal jeito, que não cabe em nosso peito
Espalha-se por nossos sentidos e se espraia em nossa alma
- Seu canto celestial, sua candura, sua doçura
Nos fala do amor, da esperança, da beleza, da bonança
Sempre e sempre, com ternura.
Em cada noite estrelada, em cada manhã raiada
- Suas danças, cantorias, os folclores e as poesias
Tocam lá dentro, bem dentro de nosso ser
Convidando-nos ao amor, à união, à bondade
À liberdade, à plena felicidade
Convidando-nos a olhar para o céu, imenso, infinito
De onde caiu essa estrela, bem no nosso quintal
E em pleno Domingo de Carnaval!
- Podíamos tê-la chamado Maria, Augusta, Celeste, Pérola...
Ou assim... Pepita
Mas a chamamos, carinhosamente
Inezita.
O texto publicado nesta coluna é de responsabilidade do autor, e pode nao expressar a opiniao total ou parcial da Sorocaba On-Line S/C Ltda sobre o assunto. Boa leitura!
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